Cupins: sinais que os insetos estão na sua casa e como lidar com eles

Resíduos de madeira e presença de cupins alados são sinais de alerta para cuidar de seus móveis!

Por Redação CASA.com.br Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 19 set 2025, 13h00 | Atualizado em 4 jun 2026, 12h28
Cuidado, chegou a época de cupim! Veja como prevenir:
 (Montana Química/Divulgação)
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Com a chegada das noites mais quentes, um fenômeno chama a atenção em diversas cidades brasileiras: os pequenos insetos que costumam se aglomerar ao redor de lâmpadas e luminárias. O que muitos desconhecem é que, em grande parte dos casos, trata-se de cupins alados, também conhecidos como “siriris”, que buscam novos locais para formar colônias. Esse comportamento sazonal marca o início do período de maior risco de infestação em casas e apartamentos.

Segundo estudos da Sociedade Entomológica do Brasil, estima-se que existem mais de 300 espécies de cupins registradas no país, das quais cerca de 30 podem causar algum tipo de prejuízo econômico. Entre eles, os cupins de madeira seca e os subterrâneos são os mais comuns em áreas urbanas, atacando desde móveis até estruturas inteiras de edificações.

A presença desses insetos pode ser silenciosa, mas seus efeitos são significativos. Pesquisas apontam que, em média, uma infestação de cupins subterrâneos pode comprometer a integridade de uma viga de madeira em menos de cinco anos, dependendo das condições ambientais e da falta de manutenção preventiva.

Para evitar danos, especialistas recomendam ficar atentos à:

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  • Indícios como pequenos orifícios, acúmulo de pó fino semelhante a serragem e áreas ocas ao toque podem indicar a presença dos insetos.
  • Presença dos próprios cupins alados dentro de casa, especialmente em dias chuvosos e de calor intenso.
Cuidado, chegou a época de cupim! Veja como prevenir:
soluções preservativas como o Pentox, desenvolvido pela Montana Química, ganham destaque por sua aplicação preventiva. O produto pode ser utilizado antes da instalação de portas, janelas, telhados e demais estruturas de madeira, formando uma barreira protetora que dificulta a ação de cupins e brocas. Essa etapa preventiva é essencial para prolongar a vida útil da madeira e reduzir custos futuros com reparos. (Insight Pest/Flickr)

“Muitos ainda não sabem que aqueles insetos em torno da luz nas noites de verão são, em boa parte, cupins em busca de novas colônias. Reconhecer esse sinal é importante para adotar medidas de proteção, já que uma infestação pode causar prejuízos relevantes ao patrimônio”, afirma Kelly Lima, Analista de Marketing da Montana Química.

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Entre as medidas preventivas recomendadas estão:

  • Manter a ventilação adequada dos ambientes
  • Evitar o acúmulo de madeira ou papelão em contato direto com o solo
  • Utilizar técnicas de preservação da madeira, que aumentam sua resistência contra cupins e brocas.

“A prevenção é sempre mais eficaz do que o tratamento em casos avançados. Ao aplicar produtos preservativos antes mesmo da instalação, o morador age de forma estratégica, garantindo maior segurança para a estrutura e evitando prejuízos maiores no futuro”, complementa Kelly Lima. No contexto atual, em que cresce a busca por práticas de conservação e sustentabilidade, o cuidado com a madeira assume importância não apenas econômica, mas também ambiental. Preservar esse recurso significa prolongar sua vida útil, reduzir desperdícios e garantir um ciclo de consumo mais responsável.

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