Ao pensar em um quarto, é muito comum que nossas mentes logo se conectem com uma cama que afague nosso emocional.
Principalmente em ocasiões em que não nos sentimos tão bem, e que propicie o bem-estar para o descanso físico e mental.
Nos projetos de arquitetura de interiores, sua definição é determinante para estabelecer os demais móveis que estarão no seu entorno.
Segundo a arquiteta Cristiane Schiavoni, à frente do seu escritório homônimo, citando as referências sobre camas queen ou king size (essa última, maior que a anterior):
“Quando estou conversando com o cliente para entender como ele almeja, é muito comum que o conforto esteja associado às dimensões que envolvem largura e comprimento”.
Entretanto, a profissional faz um alerta: a grande maioria das pessoas se esquece da questão altura, que é fundamental para a ergonomia no dia a dia.
De acordo com ela, com o advento das camas box, compostas por uma caixa de madeira que recebe o colchão, o item tornou-se muito mais alto.
“O mercado passou a impulsionar e naturalizar os modelos cada vez maiores e que chegam a ter entre 75 e 80 cm, que, pasme, é a referência de uma mesa”, diz.
Essa medida acontece devido à somatória entre o box e os colchões de mola, que embora sejam extremamente agradáveis, são mais elevados, e a espessura do pillow top, que gira entre 5 e 10 cm.