Para a arquiteta Patricia Penna, responsável pelo escritório Patricia Penna Arquitetura & Design, a versatilidade do couro no décor se deve às possibilidades de cores e textura.
Ainda de acordo com ela, embora sua presença possa, inclusive, protagonizar o ambiente onde está inserido, o couro é muito bem assimilado pelos mais diversos estilos de decoração.
O couro sintético, por exemplo, é bem-vindo em cabeceiras, por conta da facilidade de limpeza, ou cadeiras de uso externo (atenção à insolação direta) ou de uso interno.
Projeto de Doppio Arquitetura.
Já o couro natural, por se tratar de uma pele natural, demanda atenção e cuidados que restringem sua aplicação.
Em geral, vai muito bem em qualquer mobiliário de assento, bem como revestindo mesas, aparadores e até nas paredes. Contudo, a insolação direta e a umidade alteram as características do material.
Projeto de Grace Dantas Arquitetura.
A diferença de valor entre os materiais é, também, um ponto de atenção.
Projeto de Hanna Lerner Arquitetura.
Além de a pele natural ter custo maior, o trabalho com ela também exige técnica diferenciada, dado que as dimensões da peça são restritas, assim como a costura e artesania.
Projeto de Co+Lab Juntos Arquitetura.